O Dia do Combate ao Fumo e histórias de quem parou de fumar

O Dia do Combate ao Fumo, em 29 de agosto, foi escolhido para conscientizar sobre os problemas à saúde relacionados ao consumo de cigarro. O consumo de derivados do tabaco causa cerca de 50 tipos de doença, principalmente as cardiovasculares (infarto, angina), o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite). Estas doenças são as principais causas de óbitos por doença no Brasil, sendo que o câncer de pulmão é a primeira causa de morte por câncer.

Segundo os dados apresentados pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), em 2015, morreram no Brasil mais de 250 mil pessoas por causas relacionadas ao tabaco, o que representa 12,6% dos óbitos de pessoas com mais de 35 anos.

Que tal aproveitar a data e parar de fumar? Entrevistamos 4 colaboradores da Sompo Seguros que conseguiram vencer o vício e hoje levam uma vida mais saudável. Inspire-se e diga adeus a esse hábito tão prejudicial a sua saúde!

 

Fábio Imakufo Massashi, Recursos Humanos

 “Fumei durante 9 anos, de 1984 a 1993. Quando decidi parar de fumar, morava no Japão e a minha esposa estava grávida. Parei de uma vez e não comprei mais nenhum cigarro desde então. Nas primeiras semanas, tive uma mudança de humor, foi muito complicado. Para mim, ter parado de fumar de uma vez, sem fazer a redução da quantidade de cigarro, foi muito eficaz. Com o tempo, fui me adaptando à ausência de nicotina. Hoje não fico mais perto de fumantes por me incomodar com o cheiro. Consigo subir escadas normalmente, meu fôlego melhorou e senti a minha pele melhor. Para quem está planejando parar de fumar, digo que essa atitude vale muito a pena. Não se deixe vencer pelo vício, pois cair na tentação de voltar a fumar é muito fácil. Tem que ter força de vontade e focar nos benefícios à sua saúde.”

 

César Polizel, Comercial

"Fui fumante por 23 anos. Já estava pensando em parar de fumar para obter mais qualidade de vida e também para atender aos pedidos da minha mulher e de meu filho de oito anos, quando num check up, o médico me alertou para os riscos de desenvolver problemas cardíacos. Já havia estabelecido como meta em 2017 deixar de fumar no dia de meu aniversário, 30 de abril, quando sofri uma arritmia cardíaca em março. Isso fez com que eu adiantasse meus planos e adotasse a estratégia de parar gradativamente. Dos 25 cigarros habituais, passei a fumar apenas cinco e, no dia em que completei 40 anos de idade, deixei o hábito e estou sem fumar até hoje. Logo nos primeiros dias sem cigarro, percebi a melhora no olfato e na qualidade do sono. A abstinência também me ensinou a ser mais paciente e a aprender a lidar com a ansiedade do dia a dia. Para abandonar o hábito do cigarro é necessário observar três pontos. O primeiro, ter um motivo para parar. No meu caso foi por querer mais qualidade de vida e também pela minha família. Em segundo, traçar uma estratégia. Pesquise as alternativas e veja a que melhor se adequa ao seu perfil. A minha foi a da parada gradual. Em terceiro, estabeleça uma data-limite. Tenha dia e hora definidos para deixar de fumar. Uma das perguntas que as pessoas se fazem é “O que vou fazer caso pare de fumar?”, porque o cigarro acaba se tornando o grande companheiro do fumante. Na verdade, além da saúde, o cigarro nos “rouba” um tempo precioso. Eu percebi que o tempo que antes perdia fumando, hoje ganho interagindo socialmente. Convivo mais com as pessoas, converso mais com minha esposa e passo mais tempo brincando com meu filho".

 

Emerson Vendramini, Executivo de Contas

“Fumei dos 23 aos 30 anos e estou sem fumar faz um ano e meio. Não tive um motivo específico, mas eu sabia que o cigarro fazia mal para a minha saúde. A lei de restrição dos lugares permitidos para fumar ajudou na minha decisão. Acordei em uma segunda-feira e decidi parar. O começo foi bastante complicado, o corpo sentia a falta da nicotina e do hábito. Mas foquei nos benefícios que a ausência do cigarro iria me trazer para minha vida. Os três primeiros meses foram bastante difíceis: não ingeri bebidas alcoólicas e evitei tomar café. Eu notei, a partir do terceiro dia sem cigarro, algumas alterações positivas em meu corpo: o paladar foi um ponto que mudou drasticamente! Hoje, sem fumar, consigo dormir melhor, ganhei resistência física e não me sinto incomodando mais as pessoas em relação à fumaça e o cheiro do cigarro. Consigo aproveitar melhor o tempo que eu gastava fumando, aumentando a leitura, atividades físicas, convivendo mais tempo com amigos e noiva também. Eu sempre incentivo as pessoas a pararem de fumar. Listo todos os benefícios da vida sem o cigarro e os benefícios sentidos pelo corpo. O começo é complicado, mas o resultado vale a pena!”

 

Willian Carlos da Cruz, Sinistros Coorporativos

“Fumei durante 10 anos e estou há 10 anos sem fumar. Eu digo que criei vergonha na cara para tirar o cigarro do meu dia a dia. Eu sabia sobre os malefícios do cigarro para a minha saúde, mas não houve um fato específico para que eu parasse de fumar. Acabei voltando a fumar duas vezes. Na segunda vez que voltei, em 2007, criei força de vontade e decidi parar de uma vez. No começo, ficar sem a nicotina me deixou mais ansioso e com as mãos inquietas. Como eu engordei após parar de fumar, resolvi fazer atividades físicas. Hoje pratico corridas e frequento academia. Se eu ainda fumasse, nunca teria começado a correr. Quando eu fumava, não tinha mais fôlego e hoje em dia eu subo de 5 a 8 andares de escada diariamente. Consigo sentir os aromas e o gosto da comida. Parar de fumar requer força de vontade e eu recomendo substituir a ansiedade inicial da falta do cigarro por alguma atividade benéfica à sua saúde.”

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